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Euro turismo hoje: R$ 6,51

Esta é a cotação turismo, o preço do euro em espécie no balcão. É a mais próxima do que você realmente paga na casa de câmbio.

1 euro = R$ 6,51 · 0,00% hoje

  • 7 dias+9,40%
  • 30 dias+3,56%
  • 1 ano+0,54%

maior valor em 6 meses

6,516,045,5601/1011/1021/1031/10máx 6,51 · 30/10mín 5,95 · 23/10

1M: +3,56% em reais, 01/10 a 31/10

Esta cotação

O espaço entre a comercial e a turismo é a margem do varejo de câmbio (sem o IOF).

euros

Cotação turismo · metodologia · compra R$ 6,04 · venda R$ 6,51 · PTAX R$ 6,05

Quanto custa levar dinheiro de verdade

Entre a cotação da tela e o que sai do seu bolso existem o IOF de 3,5% e a margem de cada instituição.

Comparar onde sai mais barato

O euro turismo está em R$ 6,51, coletado em 30/10/2026 às 19:01 — +7,0% acima da cotação comercial, que marca R$ 6,08.

Essa é a cotação de quem vai comprar euro em espécie. A comercial serve para acompanhar o mercado; a turismo é o preço do balcão.

Qual a cotação do euro turismo hoje?

R$ 6,51 por euro.

É referência de mercado, não oferta. Cada casa de câmbio define a própria cotação turismo, e a diferença entre dois estabelecimentos pode ser relevante no mesmo minuto.

Sobre esse valor incide o IOF de 3,5%, mesma alíquota para espécie, cartão de crédito internacional, débito e pré-pago desde o Decreto 12.499/2025.

Por que com o euro não vale a estratégia do dólar

Para várias moedas, o conselho certo é o mesmo: não compre a moeda local no Brasil, leve dólar e troque no destino. Vale para peso mexicano, sol peruano, won e guarani, porque essas moedas têm pouca procura aqui e a margem da casa de câmbio brasileira é alta.

Com o euro é o contrário, e o motivo é liquidez.

O euro é, junto com o dólar, a moeda mais negociada nas casas de câmbio brasileiras. A oferta é grande, a concorrência é real e o spread é dos menores do mercado. Levar dólar para a Europa significa converter duas vezes — real para dólar aqui, dólar para euro lá — pagando margem nas duas pontas sem ganho nenhum.

Some-se a isso que a zona do euro não tem cultura de casa de câmbio na rua como Peru ou México. Onde existe, em geral é em ponto turístico, com margem alta e às vezes tarifa fixa por operação.

A regra prática: para a zona do euro, compre euro no Brasil. Para destino fora dela — Praga, Londres, Zurique, Budapeste —, avalie cartão internacional em vez de espécie, porque comprar coroa tcheca ou forinte aqui cai no mesmo problema de baixa liquidez.

As notas que você não deve pedir

Detalhe prático que muda a experiência e quase nenhuma casa de câmbio avisa.

A nota de € 500 saiu de produção e é recusada em praticamente todo o comércio. Se aparecer no seu pedido, troque antes de viajar.

As de € 200 e € 100 geram resistência em padaria, bar, táxi e comércio pequeno. Muitos estabelecimentos simplesmente não têm troco, e alguns recusam por política interna contra falsificação.

Peça em notas de 20 e 50. São as que circulam sem atrito em qualquer lugar da zona do euro.

Sobre as moedas metálicas: as cédulas são idênticas em todos os países da zona, mas as moedas têm um lado comum e um lado nacional, com desenho de cada país. Todas circulam normalmente em qualquer lugar — uma moeda cunhada na Grécia vale igual na Alemanha, e vice-versa.

Um último ponto que pega quem leva valor alto: além da e-DBV brasileira acima de € 10.000 na saída, a União Europeia tem exigência própria de declaração na entrada, também a partir de € 10.000. São duas declarações independentes para a mesma viagem.

Como comparar casas de câmbio

A taxa anunciada não é comparável, porque cada casa distribui o custo de um jeito: uma melhora a cotação e cobra tarifa, outra anuncia tarifa zero e embute a margem no preço.

A pergunta que funciona: quantos euros eu recebo por R$ 5.000, com tudo incluído? Esse número já contém cotação, tarifa e IOF, e é o único comparável entre estabelecimentos.

Três coisas que mudam o resultado:

Valor alto negocia. Acima de alguns milhares de reais, boa parte das casas melhora a cotação se você pedir.

Aeroporto tem a pior margem do mercado, porque atende quem já não tem alternativa.

Espécie e cartão pré-pago têm cotações diferentes na mesma casa. Peça as duas.

Quanto custa comprar euro hoje

Comprar € 1.000 sai por aproximadamente R$ 6.512,56 pela cotação turismo, antes do IOF. Com os 3,5%, o valor final fica acima disso.

O custo total da operação é a diferença entre a comercial e a turismo, mais o imposto. Hoje a turismo está +7,0% acima da comercial — somando o IOF, você paga bem mais que o número do noticiário.

Quanto levar em espécie para a Europa?

A zona do euro tem alta aceitação de cartão, o que reduz a necessidade de dinheiro físico em relação a outros destinos.

Espécie continua útil para gorjeta, mercado de rua, banheiro público pago em alguns países, transporte em cidade pequena e comércio que estabelece valor mínimo para cartão.

Vale reservar espécie para gorjeta e comércio pequeno, e deixar o gasto grande no cartão. Sobre quais notas pedir e as regras de declaração, veja a seção acima.

Perguntas frequentes

Qual o valor do euro turismo hoje?

R$ 6,51 por euro, coletado em 30/10/2026 às 19:01. É referência de mercado; cada casa de câmbio define a sua.

Por que o euro turismo é mais caro que o comercial?

Porque a turismo embute a margem de quem vende moeda em espécie: custo de caixa, transporte, seguro e lucro. Hoje a diferença é de +7,0%.

Quais países europeus não usam euro?

Na União Europeia: Dinamarca, Hungria, Polônia, República Tcheca, Romênia e Suécia. Fora dela, Reino Unido e Suíça são os que mais afetam roteiro de brasileiro.

Quanto de IOF pago para comprar euro?

3,5%, conforme o Decreto 12.499/2025, tanto em espécie quanto em cartão internacional, débito e pré-pago.

Nota de 500 euros é aceita?

Praticamente não. A cédula saiu de produção e é recusada em quase todo comércio. Prefira notas de 20 e 50.

Preciso declarar euro em espécie?

Acima de € 10.000 ou equivalente, é obrigatório na saída do Brasil pela e-DBV. A União Europeia tem exigência própria na entrada, também a partir de € 10.000.