Dólar turismo hoje: R$ 5,50
Esta é a cotação turismo, o preço da moeda em espécie no balcão. É a mais próxima do que você realmente paga ao comprar dólar.
Cotação turismo · metodologia · compra R$ 5,10 · venda R$ 5,50 · PTAX R$ 5,16
Quanto custa levar dinheiro de verdade
Entre a cotação da tela e o que sai do seu bolso existem o IOF de 3,5% e a margem de cada instituição.
Comparar onde sai mais baratoO dólar turismo está em R$ 5,50, coletado em 18/09/2026 às 18:30 — +7,0% acima da cotação comercial, que marca R$ 5,14.
Essa é a cotação que interessa a quem vai comprar dólar em espécie. A comercial serve para acompanhar o mercado; a turismo é o preço do balcão.
Qual a cotação do dólar turismo hoje?
R$ 5,50 por dólar.
Esse é um valor de referência de mercado, não uma oferta. Cada casa de câmbio define a própria cotação turismo, e a diferença entre dois estabelecimentos na mesma rua, no mesmo minuto, pode ser relevante.
Sobre esse valor ainda incide o IOF de 3,5%, mesma alíquota para espécie, cartão de crédito internacional, débito e pré-pago desde o Decreto 12.499/2025.
Como comparar casas de câmbio de verdade
Quase todo mundo compara errado, porque compara a coisa que a casa de câmbio escolheu mostrar.
A taxa anunciada não é comparável. Uma casa pode anunciar cotação melhor e cobrar tarifa de serviço. Outra anuncia tarifa zero e embute a margem na cotação. Comparar taxa contra taxa não diz nada.
A pergunta que funciona é uma só: quantos dólares eu recebo por R$ 5.000, com tudo incluído?
Esse número já contém a cotação, a tarifa e o IOF. É o único comparável, e nenhuma casa de câmbio se recusa a responder.
Três coisas que mudam o resultado:
Valor alto negocia. Acima de alguns milhares de reais, boa parte das casas de câmbio melhora a cotação se você perguntar. Abaixo disso, o preço é de tabela.
Aeroporto é o pior lugar. A margem ali é a maior do mercado, porque o cliente já não tem alternativa. A diferença em relação a uma casa de câmbio de rua costuma ser significativa.
Espécie e cartão pré-pago têm cotações diferentes na mesma casa. Vale pedir as duas antes de decidir.
Quanto custa comprar dólar hoje, na prática
Comprar US$ 1.000 hoje sai por aproximadamente R$ 5.503,78 pela cotação turismo, antes do IOF. Com os 3,5%, o valor final fica acima disso.
E há um detalhe que quase ninguém calcula: a diferença entre a comercial e a turismo, mais o IOF, é o custo total da operação. Hoje a turismo está +7,0% acima da comercial; somando o imposto, você paga bem mais que o número do noticiário.
Não é uma crítica às casas de câmbio — a margem cobre custo de manter dinheiro em caixa, transporte, seguro e o risco de variação. O problema é não saber que ela existe.
7 dias: +0,34% (5,49 → 5,50 reais, 13/09/2026 a 20/09/2026, 8 fechamentos).
1 mês: +0,09% (5,50 → 5,50 reais, 21/08/2026 a 20/09/2026, 28 fechamentos).
3 meses: +2,90% (5,35 → 5,50 reais, 21/06/2026 a 20/09/2026, 83 fechamentos).
6 meses: −0,21% (5,52 → 5,50 reais, 22/03/2026 a 20/09/2026, 163 fechamentos).
1 ano: −0,47% (5,53 → 5,50 reais, 21/09/2025 a 20/09/2026, 319 fechamentos).
Espécie, cartão pré-pago ou cartão de crédito?
O IOF é o mesmo nos três: 3,5%. A diferença está na margem e na praticidade.
Espécie — você sabe exatamente quanto pagou, no momento da compra. Serve para gorjeta, comércio pequeno e lugar sem cartão. O risco é carregar dinheiro.
Cartão pré-pago — trava a cotação no momento da carga, então você conhece o custo antes de viajar. A margem costuma ser maior que a da espécie, e há tarifa de emissão e de saque.
Cartão de crédito internacional — a cotação é a do dia da liquidação, não a do dia da compra, e você só sabe o valor final na fatura. É o mais prático e o menos previsível.
Para a maioria dos roteiros, a combinação funciona melhor que a escolha única: espécie para o dia a dia e cartão para gasto grande.
Quanto levar em espécie?
Não existe resposta única, mas existe um jeito de estimar.
Separe o orçamento em duas partes: o que precisa ser pago em dinheiro no destino — gorjeta, transporte local, comércio pequeno, entrada de atração sem bilheteria eletrônica — e o que pode ir no cartão. A primeira parte é a sua espécie.
Dois pontos práticos:
Notas menores são mais úteis. Nota de US$ 100 é recusada em muitos lugares e dificulta troco. Peça uma parte em notas de 20 e 50.
Notas em bom estado importam. Em vários países, cédula rasgada, escrita ou muito gasta é recusada ou trocada com desconto. Confira no balcão antes de sair.
Acima de US$ 10.000 ou equivalente na saída do Brasil, é obrigatório declarar na e-DBV.
Onde comprar dólar mais barato?
Não há resposta fixa, porque cada casa define a própria cotação e ela muda ao longo do dia.
O que dá para dizer é onde tende a ser pior: aeroporto, hotel e zona turística. E onde tende a ser melhor: casa de câmbio de rua em região de comércio, com concorrência ao lado.
Comprar em parcelas ao longo de semanas, em vez de tudo num dia, dilui o risco de pegar uma cotação ruim — especialmente se a viagem é distante.
Perguntas frequentes
Qual o valor do dólar turismo hoje?
R$ 5,50 por dólar, coletado em 18/09/2026 às 18:30. É referência de mercado; cada casa de câmbio define a sua.
Por que o dólar turismo é mais caro que o comercial?
Porque a turismo embute a margem de quem vende moeda em espécie: custo de manter dinheiro em caixa, transporte, seguro e lucro. O comercial é a referência entre bancos, sem essa camada. Hoje a diferença é de +7,0%.
Quanto de IOF pago para comprar dólar em espécie?
3,5%, conforme o Decreto 12.499/2025. A mesma alíquota vale para cartão de crédito internacional, débito e pré-pago.
Como saber qual casa de câmbio é mais barata?
Pergunte quantos dólares você recebe por um valor fixo em reais, com tudo incluído. Esse número já contém cotação, tarifa e IOF, e é o único comparável.
Vale a pena comprar dólar no aeroporto?
Costuma ser a pior opção. A margem ali é a maior do mercado porque o cliente já não tem alternativa.
Preciso declarar dólar em espécie na viagem?
Acima de US$ 10.000 ou equivalente, é obrigatório preencher a e-DBV na saída do Brasil.